7 de fev. de 2010

O limite da brincadeira


Trote nunca foi minha praça.

Nunca vi graça no que é feito com os calouros: cabelo raspado, corpo sujo de tinta, exposição ao ridículo fazendo pessoas pedirem dinheiro, fingirem q estão grávidas ou beberem td quanto é bebida.

Resumindo, nunca achei legal obrigar uma pessoa a fazer o q não quer.

Mesmo alguns alegando brincadeira, ela tem limite, queiram os idiotas participarem ou não.

E no começo de ano, começo de aulas, já é óbvio q os absurdos iriam aparecer.

E na semana passada um calouro foi obrigado a beber combustível de automóvel.

E esse é o futuro do país. País esse q tanto criticamos pela existência de apenas burros e arrogantes no governo.

E nós somos os espertos por pintar os outros, raspar a cabeça e pedir esmola e ainda sair no final dando risada.



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